A Ética no "Mercado" do 3º Setor

13º Fórum do Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz
– Programa da UNESCO –

O 3º setor cresceu e o novo perfil e tamanho destas
organizações despertou, para o bem e para o mal,
muitos interesses nos outros dois setores.
Entre outros assuntos, os governos mostram-se cada
vez mais preocupados com o volume e os destinos das
isenções tributárias. As empresas com propósitos
lucrativos aderem aos projetos do 3º setor motivadas
por oportunidades de marketing e programas relativos
à cidadania e à responsabilidade social.
Tudo indica que os problemas de fronteira entre os três
setores se intensificarão. Nesse encontro, após
sugerirmos um conceito de ética, analisaremos alguns
destes enfrentamentos:

a)Quais são os limites éticos da profissionalização do 3º setor?
b)Quais são os limites éticos para o marketing social?
c)Em que sentidos podemos falar de "mercado" quando o foco é
o 3º setor?
d)Até onde podemos aceitar que os governos municipais,
estaduais e federal, escudados no conceito de Estado mínimo,
repassem para o 3º setor muitas de suas responsabilidades?
e)O que a experiência com as Leis de Incentivo à Cultura nos
ensinou acerca dos perigos de entregar a decisão do que fazer
às empresas do 2º setor?

George Barcat
Professor, membro do Conselho Deliberativo e do Conselho Editorial da
Associação Palas Athena. Sócio da empresa Entelékia – Tecnologias do
Conhecimento. Analista de Sistemas.

- Entrada Franca -

6 de novembro de 2001
terça-feira -18h
Local: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Av. Dr. Arnaldo, 715 - São Paulo (Estação Clínicas do Metrô)


Realização: Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz